A Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) publicou uma nova atualização da tabela de piso mínimo de frete após a variação no preço do Diesel S10. A mudança impacta diretamente o setor de Transporte Rodoviário de cargas, principalmente empresas, transportadoras, embarcadores e caminhoneiros que atuam diariamente nas estradas brasileiras.
A atualização acontece por conta do chamado “gatilho do diesel”, mecanismo previsto em lei que determina reajustes sempre que houver variação significativa no preço do combustível.
Neste conteúdo, você vai entender o que mudou, como funciona o reajuste do piso mínimo de frete e quais os impactos para o setor de TRC.
O que é o piso mínimo de frete?
O piso mínimo de frete é uma tabela criada para definir valores mínimos para operações de transporte no Brasil.
Ela foi instituída pela Lei nº 13.703/2018 e é regulamentada pela ANTT.
O objetivo é garantir mais equilíbrio nas negociações de frete e proteger os transportadores diante das oscilações de custos operacionais, especialmente do combustível.
Por que a ANTT atualizou a tabela?
A atualização aconteceu após a alta no preço do Diesel S10 registrada pela Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP).
Segundo os dados divulgados, o combustível apresentou uma variação superior a 5% em relação ao valor utilizado no último reajuste da tabela.
Quando isso acontece, a legislação determina que a ANTT faça uma nova atualização dos pisos mínimos de frete.
O que é o gatilho do diesel?
O chamado “gatilho do diesel” é um mecanismo previsto na legislação do transporte.
Ele determina que a tabela do piso mínimo de frete deve ser reajustada sempre que o valor do diesel variar mais de 5%, seja para cima ou para baixo.
Esse modelo busca acompanhar os custos reais das operações no Transporte Rodoviário de cargas.
Como ficou a atualização da tabela?
Com a nova atualização publicada pela ANTT, os reajustes médios variaram conforme o tipo de operação de transporte.
Reajustes divulgados
- Tabela A – Transporte de carga lotação: aumento médio de 4,82%;
- Tabela B – Veículo automotor de cargas: aumento médio de 5,57%;
- Tabela C – Transporte de carga lotação de alto desempenho: aumento médio de 6,15%;
- Tabela D – Veículo de cargas de alto desempenho: aumento médio de 7,00%.
Esses valores servem como referência para as operações do setor de Transporte Rodoviário de cargas.
Qual a importância do piso mínimo de frete?
O piso mínimo de frete tem papel importante na organização do setor de TRC.
Ele ajuda a trazer mais previsibilidade para as operações e busca reduzir impactos causados pelas oscilações de custos.
Entre os principais objetivos estão:
- Garantir mais equilíbrio nas negociações;
- Reduzir impactos da alta do combustível;
- Proteger transportadores e caminhoneiros;
- Aumentar a transparência nas operações;
- Estabelecer parâmetros mínimos para o frete.
Como a alta do Diesel S10 impacta o TRC?
O combustível é um dos principais custos do setor de Transporte Rodoviário de cargas.
Por isso, qualquer alteração no preço do Diesel S10 afeta diretamente o planejamento financeiro das operações.
Principais impactos
- Aumento do custo operacional;
- Reajuste nos contratos de frete;
- Necessidade de revisão de rotas;
- Maior atenção ao controle de despesas;
- Impactos na margem operacional das empresas.
Esse cenário exige mais planejamento e gestão eficiente das operações logísticas.
O que empresas e transportadoras devem fazer?
Com as novas atualizações da ANTT, empresas precisam acompanhar de perto as mudanças regulatórias para evitar problemas operacionais e garantir conformidade.
Algumas ações importantes
- Atualizar tabelas e contratos;
- Revisar custos operacionais;
- Acompanhar alterações da ANTT;
- Ajustar sistemas de gestão;
- Monitorar o impacto do diesel nas operações.
Manter-se atualizado é essencial para evitar inconsistências e prejuízos.
O papel da tecnologia no transporte rodoviário de cargas
O uso de tecnologia tem ajudado empresas do setor de TRC a enfrentarem desafios relacionados a custos e gestão operacional.
Hoje, soluções digitais ajudam no controle de despesas, gestão de fretes e monitoramento das operações.
Algumas soluções utilizadas no setor
- Gestão de despesas;
- Controle de frete;
- Monitoramento operacional;
- Gestão financeira;
- Emissão de CIOT;
- Controle de abastecimento.
Essas ferramentas ajudam empresas a terem mais eficiência e previsibilidade.
Roadcard: informação e soluções para o TRC
A Roadcard acompanha de perto as atualizações do setor de Transporte Rodoviário de cargas, incluindo mudanças relacionadas à ANTT, ao piso mínimo de frete e às operações logísticas.
Além de compartilhar conteúdos relevantes sobre o mercado de TRC, a empresa oferece soluções que ajudam transportadoras e embarcadores a terem mais controle e eficiência operacional.
Soluções oferecidas pela Roadcard
- Pagamento de frete;
- Vale-pedágio;
- Vale-abastecimento;
- Gestão de despesas;
- Emissão de CIOT.
Tudo de forma integrada, prática e segura para apoiar a rotina das operações logísticas.
Conclusão
A atualização da tabela do piso mínimo de frete pela ANTT reforça a importância de acompanhar as variações no preço do Diesel S10 e seus impactos no setor de Transporte Rodoviário de cargas.
Com custos operacionais cada vez mais sensíveis às mudanças do mercado, empresas e transportadores precisam manter uma gestão eficiente e estar atentos às atualizações regulatórias.
E contar com parceiros que entendem o dia a dia do TRC, como a Roadcard, faz toda a diferença para acompanhar as mudanças do setor e tornar a operação mais eficiente.
É uma tabela criada para definir valores mínimos para operações de transporte rodoviário de cargas no Brasil.
A tabela é regulamentada e atualizada pela ANTT.
É o mecanismo que obriga a atualização da tabela quando o preço do diesel varia mais de 5%.
A atualização ocorreu devido à alta no preço do Diesel S10 registrada pela ANP.
O combustível é um dos principais custos do setor, afetando diretamente o valor do frete e os custos operacionais.